A coerência
É como a ciência
Incrivelmente exacta
Eternamente imprecisa
Abraçar a coerência
Está para uma pessoa
como abraçar a ciência
É difícil porque por um lado
A coerência filosofica esvai-se nos meandros da vida vivida ficando perdida como um processo de intenção mais ou menos conseguido ao longo da vida.
A ciência segundo parece funciona de forma parecida, todos a amamos como uma deusa mesmo sem sabermos
Porque a nossa existencia é assegurada por ela ciencia a cada momento, até na a água que bebemos.
No entanto a ciência reduz bastante a importância do ser humano , mesmo explicando a improbabilidade da sua existência , a ciência já faz do ser humano a infinitésima parte de tudo, tornando nos grandiosamente pequenos.
- mas como pode uma pequenez e improvável existência sistematizar desta forma tão aprofundada as suas próprias origens.
Como podemos nós tão pequenos e improváveis saber já tanto sobre nós mesmos e o nosso meio físico? Isso faz de nos deuses também ? terão pensado outros povos nisto?
É certo que a maioria das pessoas não sabe e dificilmente acredita que uma estrela que vemos no céu possa já nem existir , e que apenas vemos a luz que dela emanou à milhões de anos antes de se extinguir, e que , tendo atravessado distâncias inconcebíveis pelos nossos sentidos à velocidade de 300000 km por segundo, nos chega agora.
De facto isto leva-nos a acreditar que se alguém procura deus , esse alguem são os cientistas. São eles quem mais contribuem para a estupefação dos mortais a cada dia com novos e intrigantes factos sobre a origem das coisas. E a isso vamos ter de nos subjugar quando um dia as forças da natureza também nos reciclarem em vermes num cemiterio ou co2 e cinzas num crematório.
Deixo a questão, será que é indiferente após a morte integrarmos ou não físicamente outras formas de vida?
A mim agrada-me a ideia de integrar-me rapidamente no ciclo da vida mas a outros a mineralização por milhões de anos parece ser mais atrativa. Certamente o espalhamento de bilioes de moléculas de co2 pela atmosfera terrestre quase que nos homogenisa na estratosfera.
Dai vem a religião para nos salvar no meio da vida, para sermos infinitamente grandes na pequenez abstrata da natureza que tudo explica mas em nada nos distingue do resto. Isto porque estamos a essa existência abstrata ligados de tal modo , que a qualquer momento a natureza nos muda e nos transforma ou ate nos recicla pela morte , em matéria que se pode manter inanimada pra todo sempre ou ser reconvertida em vida através dos decompositores, por exemplo , que já a partir do momento da nossa morte comecam a converter a nossa matéria morta no tecido celular vivo deles.
Claro que para a maioria é absolutamente desprazeroso pensar que nos desfazemos em mil pedaços, e nos integramos primeiramente em biliões de formas de vida simples como bactérias e fungos unicelulares e na melhor das hipóteses podemos ser comidos por um tubarão ou um bando de hienas esfaimadas, para sermos reintegrados na massa viva de algo que cheire, veja e sinta atravez de um sistema nervoso central.
É impensável chamar-mos a isto reencarnação mas para ser coerente é mesmo isso a única forma de reencarnação que a ciência descobriu até agora.
Mas fosse só isso incoerente, e estaríamos bem...
É como a ciência
Incrivelmente exacta
Eternamente imprecisa
Abraçar a coerência
Está para uma pessoa
como abraçar a ciência
É difícil porque por um lado
A coerência filosofica esvai-se nos meandros da vida vivida ficando perdida como um processo de intenção mais ou menos conseguido ao longo da vida.
A ciência segundo parece funciona de forma parecida, todos a amamos como uma deusa mesmo sem sabermos
Porque a nossa existencia é assegurada por ela ciencia a cada momento, até na a água que bebemos.
No entanto a ciência reduz bastante a importância do ser humano , mesmo explicando a improbabilidade da sua existência , a ciência já faz do ser humano a infinitésima parte de tudo, tornando nos grandiosamente pequenos.
- mas como pode uma pequenez e improvável existência sistematizar desta forma tão aprofundada as suas próprias origens.
Como podemos nós tão pequenos e improváveis saber já tanto sobre nós mesmos e o nosso meio físico? Isso faz de nos deuses também ? terão pensado outros povos nisto?
É certo que a maioria das pessoas não sabe e dificilmente acredita que uma estrela que vemos no céu possa já nem existir , e que apenas vemos a luz que dela emanou à milhões de anos antes de se extinguir, e que , tendo atravessado distâncias inconcebíveis pelos nossos sentidos à velocidade de 300000 km por segundo, nos chega agora.
De facto isto leva-nos a acreditar que se alguém procura deus , esse alguem são os cientistas. São eles quem mais contribuem para a estupefação dos mortais a cada dia com novos e intrigantes factos sobre a origem das coisas. E a isso vamos ter de nos subjugar quando um dia as forças da natureza também nos reciclarem em vermes num cemiterio ou co2 e cinzas num crematório.
Deixo a questão, será que é indiferente após a morte integrarmos ou não físicamente outras formas de vida?
A mim agrada-me a ideia de integrar-me rapidamente no ciclo da vida mas a outros a mineralização por milhões de anos parece ser mais atrativa. Certamente o espalhamento de bilioes de moléculas de co2 pela atmosfera terrestre quase que nos homogenisa na estratosfera.
Dai vem a religião para nos salvar no meio da vida, para sermos infinitamente grandes na pequenez abstrata da natureza que tudo explica mas em nada nos distingue do resto. Isto porque estamos a essa existência abstrata ligados de tal modo , que a qualquer momento a natureza nos muda e nos transforma ou ate nos recicla pela morte , em matéria que se pode manter inanimada pra todo sempre ou ser reconvertida em vida através dos decompositores, por exemplo , que já a partir do momento da nossa morte comecam a converter a nossa matéria morta no tecido celular vivo deles.
Claro que para a maioria é absolutamente desprazeroso pensar que nos desfazemos em mil pedaços, e nos integramos primeiramente em biliões de formas de vida simples como bactérias e fungos unicelulares e na melhor das hipóteses podemos ser comidos por um tubarão ou um bando de hienas esfaimadas, para sermos reintegrados na massa viva de algo que cheire, veja e sinta atravez de um sistema nervoso central.
É impensável chamar-mos a isto reencarnação mas para ser coerente é mesmo isso a única forma de reencarnação que a ciência descobriu até agora.
Mas fosse só isso incoerente, e estaríamos bem...